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O blog do Fabão

Meme: As Mentes Criativas da Indústria

Posted by Fabão em 26 junho, 2008

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E se ele fosse game designer?

O Dori Prata lançou seu primeiro meme e já começou bem: com uma relação de game designers geniais. E que relação! Principalmente pela inclusão de Yu Suzuki, a quem devo centenas de horas tentando penetrar nas nuanças de Virtua Fighter e, acima de tudo, a experiência quase libertadora de Shenmue (onde está o terceiro jogo, Suzuki? Aliás, onde está você, cara?); e do magnânimo Fumito Ueda, um gênio colossal, sem sombra de dúvidas, e icônico também.

Como fui um dos convidados para levar a idéia adiante (valeu, Dori!), decidi elaborar, na primeira oportunidade, uma listinha de caras que admiro na indústria. Porém, resolvi deixar de fora as obviedades mais óbvias (desculpem o pleonasmo, foi só para inserir dois links mesmo >_< ) para privilegiar figuras menos citadas.

Antes de começar, gostaria de explicar algumas ausências em especial. Tive muita vontade de colocar na lista Tomohiro Nishikado, por respeito, Tohru Iwatani, por consideração, e Keita Takahashi, por agradecimento. Mas não consigo passar por cima do fato de que eles são One Hit Wonders. Nishikado desencanou mesmo, Iwatani ainda tentou algo com o obscuro Libble Rabble, sem sucesso, e Keita-san ainda pode emplacar outro sucesso com Nobi Nobi Boy. Outro: saca o Guchi? O Hironobu Sakaguchi? Então, até o incluiria na lista pelo conjunto da obra, mas deixá-lo-ei de fora por ultimamente ter sido tão arcaico quanto uso de mesóclise. Por fim, deu uma vontade de falar sobre o Yuji Naka, mas ponho em cheque o seu talento sem a parceria de Naoto Oshima, e também prefiro esperar que ele lance alguma coisa nova, já que não o fez desde que saiu da Sega em março de 2006 para fundar seu estúdio Prope.

Além das ausências voluntárias, há algumas que só vieram com muito pesar. Como eu queria uma lista com cinco designers (mais que isso e o texto ficaria grande demais – não que isso seja um problema, na verdade, mas estou sem tempo agora), tive que filtrar minha lista de mentes criativas. Por isso, embora eles não estejam abaixo, considere estas pessoas homenageadas: Toshihiro Nagoshi, o produtor de bronze, Atsushi Inaba, o produtor de platina (rá!), Shinji Mikami, outro platinado, e Yasumi Matsuno, o homem dos jogos minuciosos e maduros, detentor de dois 40/40 da Famitsu (o que, em si, não significaria muito) e o monstro mais f*d@ de FFXII.

Ah! Também não vão reclamar que a lista é por demais nipônica. Não consigo evitar :p . Para remediar, aproveito para repassar o meme para a equipe do Hadouken (e sei que o Mestre Barros fará merecida homenagem a um saudoso designer e engenheiro), para o Freeko Bueno, para o Guerreiro Guerra, para os manos do Blogeek, para o Renato “Watch” Pelizzari e para Marcel R. Goto, o de raciocínios fascinantes, em seu Lenda Urbana.

[ATUALIZAÇÃO:]
• A lista original do Dori Prata no Meio Bit Games.
• O Lucas Patrício deu a contribuição dele no GoLuck.
• O Bruno Julião fez belas homenagens no WiiReview.
• O Ryunoken também registrou seus tributos no WarpZona.
• Pedro “Jigu” Giglio teceu fascinante lista no Working Class Anti-Hero.
• Alexei Barros elaborou outra relação brilhante no Hadouken.
• O Rodrigo Flausino deu o ponto de vista game dev no… Rodrigo Flausino.

A seguir, a lista que elaborei brevemente, sem ordem de preferência, com as ressalvas já citadas, dos que considero os “Einsteins dos videogames”. Depois do “salto“.

Goichi Suda

O que dizer de um cara que se refere a seu estúdio, Grasshopper Manufacture, como uma “banda de videogame“, diz que “o punk não está morto” e aparece no lançamento de uma sua criação distribuindo rolos de papel higiênico com o tema do jogo? Que é tudo, menos uma pessoa normal. E isso é ótimo! Suda 51 (“Go” e “Ichi” são, respectivamente, os números “5” e “1” em japonês, por isso a alcunha que pegou fácil) veio da finada Human Entertainment, onde trabalhou em Clock Tower (daí sua veia do horror) e Fire Pro Wrestling (quem jogou No More Heroes nota a paixão dele pela luta performática). Recentemente, trabalhou no despudorado Michigan, no inortodoxo killer7 e no manifesto conhecido como No More Heroes. Não vejo a hora de descobrir o que ele fará com Fatal Frame 4, no qual é diretor.

Akihiro Hino

Este é um dos mais respeitados na cena atual de game dev japonesa. Hino é o designer, diretor e produtor de Dark Cloud 1 e 2, Rogue Galaxy, Jeanne d’Arc, trilogia Professor Layton e do vindouro White Knight Story – além de ter sido roteirista de alguns desses. Com exceção de seus dois jogos da época da Riverhill (Overblood 1 e 2), pode-se dizer que Hino tem uma trajetória incólume. O portfolio da Level-5 lhe rendeu prestígio suficiente para dirigir Dragon Quest VIII, marca superprotegida pela Square Enix, o que se converteu no jogo mais vendido de PS2 no Japão e a garantia de produzir o próximo da série, Dragon Quest IX, para Nintendo DS. Não é para qualquer um.

Shigesato Itoi

Na comunidade gamer, ele geralmente é conhecido “apenas” como o pai da série Mother/Earthbound. Porém, no Japão, Itoi é também um escritor famoso e respeitado e até mesmo dublador (ele emprestou sua voz a um dos personagens de Meu Vizinho Totoro, por exemplo). Mas nada disso importa, o que o coloca patamares acima da humanidade é o fato de que Hiroshi Yamauchi – ex-presidente da Nintendo, colecionador de desafetos, coração de gelo e homem mais rico do Japão – o considera um gênio. Isso mesmo, o cara que exigiu a saída dos próprios familiares para assumir a presidência da companhia lhe teceu um elogio!
Itoi mantém um blog mais ou menos atualizado e, entre os interessantes artigos, tem um em que ele convidou Satoru Iwata para um jantar e conversou com o atual presidente da Nintendo sobre diversos tópicos, girando, na maior parte do tempo, em torno do espírito humano.
Itoi é o tipo de pensador que, mesmo podendo, decidiu não incluir kanjis nas caixas de diálogo de Mother 3 para GBA, apenas para que as pessoas se concentrassem em ler cadenciadamente cada sílaba, como se declamassem um poema. Sentiu o alcance intelectual e artístico da mente de que estamos falando?

Masaya Matsuura

Se hoje existem jogos musicais aos montes, é a este indivíduo que devemos. Matsuura é músico (ele foi o fundador da banda PSY•S) e conheceu Ken Kutaragi, pai do PlayStation, na época em que ele ainda trabalhava no abortado SNES-CD. Seu hobby hoje é brincar com a tecnologia para transformar sua paixão, a música, em produto digital interativo. Foi brincando assim que, em 1996, nasceu o cãozinho mais amado do hip-hop, PaRappa the Rapper. Com jogabilidade simples, letras ingênuas, personagens surreais e situações bizarras, o jogo apresentou ao mundo Matsuura e seu gênio brilhante.
Mostrando sua não-convencionalidade, o presidente da NanaOn-Sha mudou de direção na semi-seqüência UmJammer Lammy, colocando os holofotes sobre a simpática Lammy (embora PaRappa fosse destravável, e mais tarde ganhasse uma seqüência de verdade) e mudando o repertório do rap para o rock.
Sem abandonar a temática musical, mas abrindo mão de todos os paradigmas estabelecidos por ele mesmo, seu próximo jogo foi o minimalista Vib-Ribbon, uma experiência rítmica que lembra os antigos jogos em vetores. Infelizmente, o jogo saiu apenas no Japão.
Depois de reutilizar o coelhinho Vibri em situações diversas, criar músicas para o cãozinho eletrônico (sim, ele ama cachorros) da Sony Aibo ERS-7 e até mesmo desenvolver um jogo para iPod, Matsuura está trabalhando no promissor (para mim) Major Minor’s Majestic March, em que faz novamente parceria com o ilustrador Rodney Alan Greenblat. Se o histórico servir de parâmetro, teremos a surrealidade e o fascínio típicos das obras do músico designer.

Tetsuya Mizuguchi

Outro lume dos jogos musicais, mas que não começou sua carreira por essa vertente. Formou-se em Estética Midiática pela Faculdade de Artes da Nihon University e entrou para a Sega no início dos 1990. Lá, Mizuguchi trabalhou em Sega Rally e, já como chefe da divisão United Game Artists, aí sim criou o dançante Space Channel 5 (e sua seqüência) e o sinestésico Rez (quem mais explorou a sinestesia nos jogos?).
Depois da fusão entre Sega e Sammy e a conseqüente reestruturação da empresa, ele pulou fora e fundou seu estúdio Q Entertainment, referência em qualidade e musicalidade. Sua criação moderna mais aclamada, e talvez a que fale mais a seu respeito, é o puzzle musical Lumines. Além de supervisionar seus talentosos funcionários em produtos como Meteos (obra de Masahiro Sakurai), Every Extend Extra, Ninety-Nine Nights e Gunpey (não, o nome não é mera coinciência), Mizuguchi colabora com vários artistas que fazem músicas para seus jogos e até mesmo dirigiu o clipe e foi co-autor das letras da extasiante Heavenly Star do grupo Genki Rockets (do qual é produtor).

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29 Respostas to “Meme: As Mentes Criativas da Indústria”

  1. Maiquinho said

    oq mais me diverti nos textos do fabão é q eu sempre incremento meu vocabulario :p
    as palavras “pleonasmo” e “incólume” confesso que eu desconhecia (ou pelo menos não lembrava), mas pretendo me utilizar delas daqui em diante tb. não é a primeira vez que eu recorro ao dicionario depois de ler um texto do fabão :p

    mas enfim, dessa vez eu não irei participar do meme
    até pq axo q eu não teria tanto assim a acrescentar, acabaria reproduzindo varios dos citados aqui :p
    no questionario do blogeek o douglas perguntou isso, respondi o seguinte: “Fumito Ueda, Akihiro Hino, e Yasumi Matsuno” :p

  2. “Fumito Ueda, um gênio colossal, sem sombra de dúvidas, e icônico também.”

    Fabão novamente mostrando a sua perícia sobre-humana na arte dos trocadalhos. 😀

    Quanto ao post: eu tava falando ainda hoje com o Dori sobre o motivo de eu não aceitar o convite pra esse meme. É por causa desse tipo de post, senhor Fabão. Eu simplesmente sou muito novo na área (e ainda tenho o pouco saudável hábito de prestar mais atenção nas criações do que nos criadores), de modo que não tenho essa bagagem pra falar. Não sabia pelo menos um detalhe a respeito de cada um desses cavalheiros aí citados.

    Minha lista ia ser sem graça e óbvia. E logo depois eu ia olhar pra tua e sentir vontade de enfiar uma faca no olho por ter esquecido Tetsuya Mizuguchi, que eu certamente esqueceria.

    (Ah, e pra mim o ápice dele não é Lumines, é Meteos mesmo. Acho infinitamente mais legal.)

  3. Fabão said

    @Maiquinho
    Pô, mas acrescenta a sua ótica, diga porque esses caras são especiais pra você e tal. É possível se falar a mesma coisa de 10 milhões de jeitos diferentes. Faz lá, vai. ^_^

  4. Fabão said

    @Bracht
    E eu que achava que você estava com um post prontinho só pra falar do Tim Schafer, pô! XD
    Quanto aos jogos do Miz, eu também prefiro Meteos, mas é que ele é um jogo mais do Sakurai que do Miz. Veja só: menus com os quais se pode brincar, a própria organização deles, moeda corrente para habilitar extras, milhões de extras para destravar, ícones para referência visual de tudo, ritmo rápido… São traços estilísticos que você encontra também em todos os Smash Bros., por exemplo.
    Já o Lumines é todo Mizuguchi: uma experiência ao mesmo tempo sonora e visual, moderníssima, prafrentex, que não se abarca em cinco minutos. Por isso o destaquei no texto. ^_~

  5. Esse MEME está sendo MUITO legal, estou tentando tomar coragem e escrever minha parte la no GoLuck, mas minha experiência de campo exige muito mais pesquisa. AInda mais depois de ver o nivel do seu post, Fabão XD hehehe

    Desses que você comentou, eu destaco o Akihiro Hino. Puts, o cara é o exemplo de como ter uma ascensão rápida e de sucesso. Muito bom mesmo. Já estou esperando DQIX!
    Abraços, Mestre!

  6. Formidável a iniciativa. Eu parto do pressuposto que se você faz a resenha de um filme, cita o diretor; se escreve a análise de um livro, menciona o autor, logo o mesmo deve se aplicar aos videogames. E não só quando são feitos por Shigeru Miyamoto e Hideo Kojima.

    Por isso, procuro sempre que possível conhecer mais as histórias dessas insanas e criativas mentes por trás dos games, principalmente por influência do seu costume de longa data, Fabão. De todos eu desconhecia completamente o Masaya Matsuura, muito por conta da minha negligência com os títulos musicais.

    Fiquei feliz ao ler os nomes de figuras eclipsadas como Yu Suzuki, Fumito Ueda, Shigesato Itoi, Goichi Suda, Yasumi Matsuno, Toshihiro Nagoshi e Akihiro Hino, para compensar todos os holofotes da mídia voltados para Peter Molyneux, David Jaffe, Ed Boon, Tomonobu Itagaki e outros que ainda devem mostrar muito serviço para fazer jus à fama no meu modo de entender.

    Falando nisso, dois nomes dessa lista me incomodam um bocado: Yuji Naka, que não bastasse levar todo o crédito pela criação do Sonic, mostra uma inabilidade acintosa ao não ter conseguido evoluir o ouriço de maneira digna, e Keita Takahashi, que embora seja One Hit Wonders, me irrita com suas declarações desvairadas, como a de que pararia de fazer jogos para se dedicar à criação de playgrounds…=/
    http://finalboss.uol.com.br/fb3/ctu.asp?cid=45029

    Assim que puder darei continuidade ao Meme no Hadouken – o da mesa de trabalho não deu, já que a minha é muito insossa… 😦
    Separei uns quatro ou cinco designers ainda não listados (pois é!) para falar, além do Gunpei Yokoi (espero que seja ele o “saudoso designer e engenheiro” a quem você se refere :D).

  7. Dori Prata said

    Obrigado por ter continuadado a brincadeira Fabão. Mesmo apenas você tendo respondido o meme (por enquanto) já acho que minha idéia valeu a pena. O nível de conhecimento que você conseguiu passar é algo absurdo e era exatamente isso que eu havia pensando: Fazer com que as pessoas conheçam melhor esses sujeitos geniais.
    Está certo que fiquei até com vergonha do meu texto XD mas penso que meu objetivo foi alcançado, se mais blogueiros conseguirem passar um pouco sobre a carreiras desses designers, melhor ainda. Acho que isso é o mínimo que podemos fqazer par5a esses caras que tantos momentos de diversão nos de3ram, não é mesmo.

  8. Fabão said

    @Alexei
    Sim, era ao lendário pai do Game Boy que me referia. ^_^

    @Dori
    Magina, velho, obrigado a você pelo convite! Pelo visto, mais posts estão a caminho para dar vida ao meme.
    E seu texto ficou ótimo, mano! Não apenas lançou luz sobre alguns designers comumente ignorados como está servindo de pivô para valorizar muitos outros criadores da nossa arte tão querida. ^_~

  9. […] suficiente (nem idade, hehe) para conseguir fazer uma lista como a do Dori e a do mestre Fabão (ambas as leituras obrigatórias), vou tentar me concentrar em um desenvolvedor que, para mim, é […]

  10. […] Meme: As Mentes Criativas da Indústria […]

  11. […] participaram do meme, até agora, Dori Prata (que criou), Fábio “Fabão” Santana, Lucas Patrício e Bruno […]

  12. Ryunoken said

    Apesar de sentir o mesmo que o Fábio Bracht, resolvi aceitar o convite do GoLuck e dei minhas humildes opiniões lá no Warpzona. O link é esse aqui: http://warpzona.wordpress.com/2008/06/29/meme1/

  13. Uehara said

    No More Heroes me fez virar fã de Goichi Suda. Antes do jogo sair, eu achei sem sentido esse negócio do papel higiênico, mas depois de jogar, achei genial. Uma pena que os jogos dele não façam o devido sucesso no Japão. killer7 é outro jogo genial, só deveriam ter caprichado mais na jogabilidade.

    Eu ainda engatinho nesse campo, desconheço a maioria das mentes por trás dos games. Mas se compositores e diretores de filmes podem ser considerados gênios, esses caras também são, e merecem nosso devido respeito e gratidão.

  14. Fabão said

    @Uehara
    Acho que foi justamente essa a intenção do Dori ao iniciar o meme: tornar notórios os criadores dos jogos que amamos e tornar mais comum a prática de se referir a eles ao escrever sobre suas obras. Eu, particularmente, acho isso importante porque, penso, a biografia pode dar informes sobre a bibliografia e vice-versa. ^_^

  15. Sem dúvida essa corrente para gerar listas e mostrar pensamentos sobre os criados do jogos fez com que a galera parasse epensasse menos no título e mais nas idéias… Afinal de contas eu por exemplo, amo o Rock’n’Roll Racing, mas nem imaginava quem o tinha feito… Admito que rolou uma preguiça para procurar hauhauha Mas com essa lista eu fui procurar, achei o cara e vi que ele tava no meio de outro ícone meu que é o Blackthorne… Acho que seria muito bom vermos um remake de blackthorne para 360 como um jogo de ação no estilo Gears Of Wars… O que acham? huauhauhah Tem vezes que viajo eu admito huahahua

  16. Fabão said

    @Julião
    Estava conversando com o pessoal da editora sobre Blackthorne na semana passada. Há quem prefira Flashback, eu incluso, mas que o jogo da Blizzard era responsa, isso era. E nenhum do estilo tinha uma shotgun como aquela. O jogo tinha personalidade, isso não se pode negar. Se um remake nos moldes de GEoW for pedir demais, me contentaria com um para XBLA no estilo do Prince of Persia Classic. ^_^

  17. @Fabão, lembrou bem! Flashback tinha mais enredo que o Blackthorne, mas o que eu gostava nele (Blackthorne) era a sátira, o poder matar os acorrentados, ele tinha até como se esconder no escuro!
    😀
    E seria de bom tamanho um remake do clássico, ainda que pra XBLA
    😀
    Claro que se viesse acompanhado de um remake de Flashback nem ficaria chateado hehehe

  18. […] Gamer Lifestyle – Fábio Santana Wii Review – Bruno Julião GoLuck – Lucas Patrício Games @ Meio Bit – Dori Prata […]

  19. Cara, essa imagem do Einstein…me parece com o título desta matéria (http://www.umpi.com.br/valetudo_vc.html) hen?

  20. Boca, Boca… sempre aprontando das suas. Comentando só pra deixar link pra texto dele no Umpi, espetinho. 😛

    Mas deixo esse omentário só pra falar que esta frase me fez pensar: “Eu parto do pressuposto que se você faz a resenha de um filme, cita o diretor; se escreve a análise de um livro, menciona o autor, logo o mesmo deve se aplicar aos videogames. E não só quando são feitos por Shigeru Miyamoto e Hideo Kojima”.

    Eu tenho várias frases guardadas nas “hotkeys” do meu cérebro, sempre vindo à tona para melhorar o meu trabalho, quase todas proferidas por ícones como Fabão, Pablo e Trivas. Agora essa do Alexei se junta a elas. Vou realmente tentar manter isso em mente nas minhas próximas resenhas. Valeu, primo!

  21. Haha, magina, primo Bracht! Como ousa comparar esse simples parágrafo com os ensinamentos de tais ícones do jornalismo de games?

  22. Fabão said

    Alexei, não se deprecie! Sua colocação teve o poder de doutrinar o Bracht, que mais acima confessou que tem “o pouco saudável hábito de prestar mais atenção nas criações do que nos criadores”. 😛

  23. […] @ Meio Bit – Dori Prata Gamer Lifestyle GoLuck WiiReview Warpzona Working Class […]

  24. […] Gamer Lifestyle – Fabio Santana […]

  25. eloy said

    parabens pelo artigo! muito bom.

  26. bueno said

    Ha.

    Daqui 10 anos eu mando a minha.
    E metade vai ser guitarrista.

  27. Fui descoberto…muito sagaz, senhor Bracht ;P.

  28. […] PL and the Last Time Travel, a série, que tem como designer, roteirista e produtor o prolífico Akihiro Hino da Level-5, também capitalizou fãs no ocidente no debute com PL and the Curious Village em […]

  29. […] Gamer Lifestyle – Fábio Santana Wii Review – Bruno Julião GoLuck – Lucas Patrício Games @ Meio Bit – Dori Prata Hadouken – Alexei Barros Rodrigo Flausino […]

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