Gamer Lifestyle

O blog do Fabão

Aos pais gamers

Posted by Fabão em 9 agosto, 2008

Migre para o novo GamerLifestyle.com.br e curta mais atualizações, drops com as notícias do dia e muitos outros recursos.
Novo site: http://gamerlifestyle.com.br/
Novo feed: http://feeds2.feedburner.com/GamerLifestyle-com-br


True next-gen
True next-gen

Amanhã é Dia dos Pais. Como sou pai, e um pai gamer, decidi fazer uma homenagem e um chamado aos patriarcas da nova geração. Aliás, essa questão das gerações de seres humanos foi algo que abordei brevemente em um editorial que fiz para a revista EGM Brasil:

Excerto: Nova geração (Editorial) [EGM Brasil 59, 01/2007]

Nova geração

Ok, não vou discorrer mais uma vez sobre Xbox 360, PlayStation 3 e Wii. O título acima se refere a uma nova geração, sim, mas de gamers.
Traço um paralelo aqui com a geração Baby Boomers, que designa os indivíduos nascidos no pós-Segunda Guerra Mundial, época em que a empolgação vinda do fim dos conflitos e a esperança de tempos melhores fez aumentar a taxa de natalidade nos EUA e Europa democrática (daí o nome, vinda de “boom de bebês”). Com o passar dos anos, essa geração numerosa e instruída agitou o mercado de trabalho e fez crescer a economia.
Nessa minha linha de raciocínio, os “Baby Boomers dos games” são aqueles que nasceram na década de 70 / início dos 80. Uma geração que cresceu com os jogos eletrônicos, se formou ou está se formando e participa ativamente do mercado de trabalho, sem jamais abandonar o hobby. São os jovens adultos que estão vivendo esse momento especial da indústria de games brasileira, conscientizando-se cada vez mais da importância do segmento e colaborando para o seu crescimento. […]

A geração que defini como “Baby Boomers dos games” é a compreendida entre a segunda metade da Geração X e a primeira da Geração Y, mais precisamente definida como a sub-categoria Geração MTV (dos nascidos entre 1975 e 1985, talvez um pouco mais). É a primeira geração nova o suficiente para ter crescido no contexto dos jogos eletrônicos e velha o bastante para ter filhos. Somos os responsáveis pelos cidadãos que, no futuro, comandarão as nações, gerirão a economia, produzirão arte e cultura, mas com um diferencial importante: eles terão crescido com uma nova consciência.

Trazendo o assunto agora para uma abordagem mais leve, entre a transmissão de valores e a doação de atenção, carinho e, sempre que necessário, reprimenda, nós, pais gamers (e, se você que está aí lendo ainda não é, um dia poderá ser – e, se não for, sempre terá sobrinhos, ou filhos de amigos, ou o Lucas Patrício), temos outra obrigação de suma importância para com as crianças de hoje: preservar a história dos videogames ensinando-a aos pequeninos que ingressam na vida em uma realidade tão diferente. E não digo apenas que será saudável expô-los a Super Mario Bros., Sonic e Teenage Mutant Ninja Turtles: The Arcade Game. É preciso também explicar como foi viver os jogos eletrônicos nas décadas passadas, e para isso eu elaborei uma pequena relação do que precisamos ensinar aos gamers do futuro. Peço que colaborem para engordar essa lista com mais hábitos e fatos interessantes que vivemos.

Fique com a lista após o “salto”.

• Antigamente, era preciso levantar do sofá para ligar, desligar ou resetar o videogame.

• A propósito, cada vez que ligávamos o videogame, começávamos o jogo novamente do zero. É verdade que alguns títulos adotavam passwords para recomeçar de pontos determinados, mas a bateria para save só veio com Zelda, em 1987.

• Locadoras de games eram várias e eram a fonte primária para jogar as últimas novidades.

• Internet? Esquece. Fonte de notícias eram as revistas de games.

• As revistas também eram a única fonte para conseguir dicas e detonados. Aliás, detonados eram coletâneas de fotos com legendas.

• Jogos eram “viciantes” e “radicais”. Esqueci algum adjetivo oitentista? 😛

• Orkut? Fóruns? Blogs? Nada disso, para interagir com outros gamers, o lance era participar de clubes de jogos, que eram divulgados nas revistas. Os mais abastados e hardcore tinham as BBSes, em computadores arcaicos e com linhas discadas.

• Aliás, nada de 1080p e esse papo todo de HD. Videogame era ligado na entrada de antena da TV (com aqueles conectores toscos em “U duplo” que se partiam com o tempo). No computador, monitores de fósforo verde passaram depois aos avançadíssimos padrões EGA (com 16 cores simultâneas) e VGA (com incríveis 256 cores) – mas aí tinha que ter plaquinha de vídeo Trident com 4 MB de VRAM.

• Jogos eram armazenados em “fitas” – mesmo quando eram, na realidade, cartuchos.

• Pirataria existia, e jogos também vazavam antes do lançamento oficial. Foi assim com Mortal Kombat do Super NES e com o beta de Resident Evil 2.

• A Nintendo já esteve oficialmente no Brasil, através da Playtronic, em 1993, e depois da separação entre Estrela e Gradiente, em 1996, somente através desta última, até 2003.

• A SNK também esteve oficialmente por aqui, e lançou não apenas arcades (num português duvidável) como também o saudoso Neo Geo CD.

• Por falar em arcades, a Taito foi uma potência no Brasil na era de ouro dos flipers. A Konami também teve escritório em solo nacional, apenas para o lançamento de arcades, como também a Capcom sob o nome de Romstar. A Salex era a nossa E3 dos arcades.

• Ah! Arcades no Brasil se jogavam-se principalmente nos bares da periferia. Cada um tinha pelo menos uma Cadillacs and Dinosaurs e, antes disso, foi nos bares que explodiram Double Dragon, Final Fight e Street Fighter II no Brasil. Quando os comandos da máquina falhavam, a gente pedia uma dose de pinga para molhar os contatos. Supostamente, isso os limpava. Não sei se é verdade, mas funcionava.

• Falaremos aos pequenos sobre EGS e AGE, mas não podemos nos esquecer de que houve eventos de games muito mais antigos, como as três edições do Videogame Shopping Festival (1991, 1992 e 1993) e o Sukita Adventure Game Festival (1994 ou 1995, não me lembro bem).

• Os jogos sempre marcavam forte presença também na UD, a Feira de Utilidades Domésticas em São Paulo (que também já nem existe mais, assim como a Fenasoft). Eu diria até que a UD 94 foi a CES brasileira, com estandes fantásticos da Playtronic, da Tec Toy e da SNK do Brasil.

• Por falar em eventos, não poderia deixar de registrar: a E3 já foi boa. E antes dela as novidades eram divulgadas na CES, a Consumer Electronic Show (que continua a acontecer).

• A TGS, Tokyo Game Show, acontecia em duas edições anuais, uma na primavera e outra no outono japoneses. Atualmente, só temos a edição de outono.

• A Sega, essa que hoje faz joguinhos de Sonic com espada, já fabricou consoles e fez frente à Nintendo. Também fez arcades revolucionários como After Burner, Hang-On e R360. Seus videogames, aliás, foram lançados no Brasil pela Tec Toy, que inaugurou uma tradição ainda pouco praticada (né, Microsoft?): traduzir jogos para o português. Que saudades de Phantasy Star.

• A Atari já foi a maior potência dos videogames, por mais difícil que seja acreditar nisso hoje.

• No início dos 1990, a moda eram os mascotes fofinhos ou com atitude. Muitos já foram aposentados, e alguns deixaram saudades: o cabeçudo Alex Kidd (xodó do mestre Pranda), o tagarela Gex e Earthworm Jim são alguns deles.

• A Square e a Enix já foram rivais ferrenhas no ramo dos RPGs. Nem sempre Dragon Quest e Final Fantasy saíram de uma mesma megacorporação.

• O mesmo para Sega e Sammy, Namco e Bandai, Activision e Blizzard, Hudson fora da Konami…

• O 2D era a regra. Gráficos vetoriais também tiveram seu momento e até experiências com holografia já foram testadas.

• CDs (primeiro os LDs, na verdade) deram origem aos desenhos e filmes interativos, que mal tinham interatividade e logo morreram como gênero.

• Os consoles portáteis não eram necessariamente portáteis, como nos provou o Lynx da Atari.

• O que me faz lembrar que precisamos contar quem foi Gunpei Yokoi. T.T

————————————

É tudo o que consigo lembrar assim de cabeça. E você, tem mais algum fato interessante que devamos passar para os novos gamers? Comente. ^_~

E feliz Dia dos Pais para todos os pais, especialmente ao meu, que soube sempre ensinar o caminho do bem vivendo-o (não apenas falando) e jamais repreendeu meu hobby (bem, somente quando eu quase repeti a 7a série por falta, pois fazia leves desvios de percurso para estudar Shinobi, Double Dragon II, Fatal Fury… mas isso é um detalhe :P). Valeu por tudo, paizão!!! \o/

[EDIÇÃO: O Bracht fez uma interessante Discussão de Fim de Semana sobre o Dia dos Pais no Continue.com.br. Visite e colabore.]

Anúncios

15 Respostas to “Aos pais gamers”

  1. Meu, tópico tipico de Fabão, ou seja: fodástico.

    Como vc “bem” lembrou, eu sou bem novo pra lembrar de tantas coisas que vc citou aí, mas até por convivencia com o pessoal que viveu nessa época, eu tenho a dimensão de como era a jogatina no Brasil. Nos anos 90 eu joguei bastante videogame, desde meu primeiro NES ganho na escola.

    Acho que essa geração que começa a aprender as coisas tão mais cedo, que com 7 anos já tem celular, orkut e 200 amigos no MSN, va levar consigo uma cultura completamente diferente em relação aos videogames. Espero que no dia em que eu for pai, a adolecencia da época continue discutindo os mesmos paradoxos que as vezes voltamos a discutir, não importa a época…

    Uma coisa que eu NUNCA vou poder esquecer de ensinar pro meu filho é: “Aléc-full é muito mais legal que sonic-boom. Pode falar errado que eu deixo”

    Feliz dias dos Pais, Fabão! Muita saúde pra ti e pro teu guri que já tem bom gosto pra games 😉

  2. – Quando o controle do SNES/Mega Drive começava a dar mal contato, nada de comprar novo. O lance era catar a chave philips na maleta de ferramentas do pai, abrir o controle e trocar as borrachinhas dos contatos pelas do OUTRO controle, já que os videogames normalmente vinham com dois.

    – Apesar da jogatina online fora dos PCs só ter se popularizado no Xbox, com a Live, é interessante ensinar que praticamente todos os consoles desde o NES tentaram algum tipo de interação remota com outras máquinas. Em tese, desde o NES quase todos os videogames tiveram capacidades online.

    – Os japoneses são muito melhores. Lá tem vários jogos (Mother 3?) e acessórios (64DD?) muito bacanas que nunca saíram por aqui.

    – Apesar de vivermos num país tosco, que dificulta bastante a manutenção do nosso hobby, pelo menos não moramos na Europa, que nunca teve um Chrono Trigger oficialmente lançado.

    \o/

  3. Ah, sim! Feliz dia dos pais, Fabão! O papai mais ilustre da blogosfera gamer! 😀

  4. Mesmo tendo tomado consciência das coisas dessa lista só bem depois de ter vivido ela (XDDD), eu passei por isso tudo. Eu sabia que sábado era dia do meu pai me levar na garupa da bicicleta até a locadora mais próxima, que se eu alugasse um Rpg eu ia ter que terminar ele em um fim de semana pq o meu save nunca sobrevivia até eu alugar ele de novo (isso quando o save existia ou funfava.. o cartucho de super mario rpg que eu alugava nunca me deixava salvar o jogo, então o nintendo ficava ligado nonstop até eu terminar o bagulho)..

    Mortal Kombat, só com uma revista de games do lado com a lista de fatalities e derivados, senão não tinha graça XDDD E quando não tinha uma revista com aquele detonado básico, era ficar horas e horas empacada num ponto do jogo até bater uma luz e entender o que era pra ser feito. Ahh, a nostalgia~

    Meus pais não são gamers x) Mas tenho certeza de que algum dia eu serei uma mamãe gamer, hehe 🙂

    Um belo dia dos pais pra você!^__^

  5. Bom, meus pais não são gamers, mas nunca reclamaram desse meu hobby, muito pelo contrário: ganhei um dos clones do NES em 1988, e o SNES em 1993. Inclusive eles acompanhavam e torciam por mim nas minhas jogatinas, heheh…

    Aliás, isso me lembrou mais um item:

    – Nos anos 80, mesmo sem a presença oficial da Nintendo, o Brasil aproveitou a era 8-bits através dos consoles “legalizados”: Top Game, Super Charger, Hi-Top Game, Phantom System, etc…). Mais ou menos como as cópias baratas encontradas atualmente feitas na Coréia ou na CHina, só que bem melhores e ainda dentro da lei (pelo menos por aqui…)

  6. Cesar "Leropolds" said

    4 itens indispensáveis:
    – “Não funcionou a fita, assopra” 🙂

    – “Cartucho japonês, não entra no supernes serra a “travinha” no aparelho.

    – Decathlon no atari 2600 de duas, uma ou você fica com calos nos dedos ou bora-lá compra outro jóystick.

    – Antigamente era “tilt” ou “bug”, hoje em dia é “hackeado” http://www.youtube.com/watch?v=I7TC_ydChlo&feature=related

    Feliz dia dos pais atrasado Fabão, alias (curiosidade) o santo pai das revistas de games no Brasil seria ele o Roberto Araújo?
    Se encontrar ele pelo corredor da redação fala que eu mandei bença e obrigado por ter me ensinado a gostar de games.

  7. Nossa!

    “- Não funcionou a fita, assopra”

    I second that! E aquela do “tilt” também. Muito bem lembrado, Cesar! 😛

  8. Victor said

    Feliz dia dos pais, Fabão!

    Meu pai mesmo é um retardado, mas foi meu padrasto que me comprou meu PS1. Além disso, ele jogava comigo os grandes clássicos do PS1, como Resident Evil 1, Tomb Raider 1, Final Fantasy VII (versão japonesa, que jogava com o detonado da Gamers =D), FFVIII e ainda me criou o hábito de comprar revista de games comprando, inclusive, o maravilhoso GamersBook #1, com o maravilhoso [2] detonado do FFVII feito por ti, ó dono do blog… Bem, não posso dizer que “eram” bons tempos porque depois, mais para frente, quando comecei a correr atrás de jogos e revistas por minha conta, pedindo dinheiro para ir na 25 de Março aos domingos de tarde (porque era mais vazio =D) comprar Xenogears, Legend of Mana, Legend of Legaia e Metal Gear Solid o negócio foi ficando cada vez melhor!!!

    Agradeço ao meu padrasto e a revista Gamers, por informar tanto a mim como a ele as novidades e os games mais jogados! Obrigado!!! \o/

  9. Nossa fiquei aos prantos! (Rs)

    Tenho uma história também sobre meu Pai e meu Vídeo Game.

    Lembro como hoje! Meu pai amava jogar o primeiro jogo de Avião do Atari e talvez não existiu nenhum outro. Era River Raid. Como ele se divertia e também gostava de ver eu jogar na minha minha CCE preto e branco. Ele gostou tanto que até comprou no natal de 1988 o suposto River Raid III, Atlantis e mais um cartucho com 20 jogos.

    Meu primeiro VG foi um Atari 2600 em 1987, mas queimou em menos de um ano. Não existia essa 3 red lights, o VG queimava do nada e até hoje acho que o pai do Super aquecimento é o Atari. Enfim, quando o meu VG queimou fiquei muito chateado e um dia um amigo meu jogou seu Super Game (CCE) no lixo. Meu pai então com a maior boa vontade, pediu para meu amigo o VG que ele havia jogado no lixo afim de aproveitar as peças e tentar animar o velho Atari. Foi quando ele percebeu que o SuperGame não tinha nenhum problema tão sério. Era somente a emenda do fio. Tentei devolver ao amigo, mas ele recusou, assim ganhei meu segundo vídeo game e sim era do lixo, mas até hoje o melhor vídeo game que tive e ainda consertado pelo meu amigo e pai.

    Com certeza irei mostrar para meu filho pérolas como Moon Patrol, Hero, Robotank. Consoles como atari e contar histórias do meu Tubro Game. Falar do primeiro jogo que terminei que foi ROCKMAN.

    Guardo todas minhas revistas de vídeo game, desde a Ação Games, Game Power, Vídeo Game até minhas últimas coleções de EGM, Game Master e Revista Oficial do XBox 360.

    Quanto ao meu pai, queria muito, mas muito mesmo que ele estivesse aqui comigo. Com certeza ele estaria vendo eu jogar e porque não jogar COD4, Halo 3, Ace Combat 6 e porque não até estar escrevendo aqui neste blog suas experiências como Gamer.

    Aos pais Feliz Dias dos Pais e aos filhos amem-os todos os dias. Pois amo o meu todos os dias aonde ele estiver.

  10. geraldofigueras said

    – em certos “fliperamas” mais boca braba, se o maloqueiro atrás de ti mandava dar uma “voadera”, era melhor dar.

    Sério Fabão, retrospectiva fantástica. Como em qualquer expressão cultural, conhecer as fundações de todas as obras atuais é de uma importância feroz, pois instiga a uma melhor compreensão dos jogos como eles são. Hoje, com a tecnologia atual, dedico, no mínimo, 30% (34,57% arredondados) do meu tempo de jogatina para os clássicos. Coisa boa poder colocar as mãos nos primeiros Castlevanias, Metal Gears, Defenders e todos os grandes que marcaram a nossa curta, porém gloriosa história.

  11. Fazendo coro ao Geraldo, a retrospectiva está fenomenal, e também dedico parte do tempo aos jogos clássicos.

    “…as três edições do Videogame Shopping Festival (1991, 1992 e 1993) e o Sukita Adventure Game Festival (1994 ou 1995, não me lembro bem).”

    Não sabia de nada disso! =S

    Bom, as minhas contribuições:

    – A Rare, esse estúdio da Microsoft que faz Viva Pinãta e Kameo: Elements of Power, chegou a ser second-party da Nintendo. A parceria rendeu jogos revolucionários como Donkey Kong Country e GoldenEye 007.

    – Já existiram muitas bandas gamísticas além de The Black Mages. A jdk Band da Falcom se chamava J.D.K. Band e dois membros da H. da SEGA participaram de outro grupo, a S.S.T. Band.

    Konami, Capcom, Data East (uma produtora que fez muitos jogos para sistemas 8 e 16-bits), Taito (ainda fora da Square Enix) e SNK (que nem era SNK Playmore) já tiveram as suas próprias bandas: Kukeiha Club, Alph Lyla, Gamadelic, Zuntata e Shinsekai Gakkyoku Zatsugidan. Todas se reuniram na série de eventos Game Music Festival, de 1990 a 1995.

    Já aconteceram muitos concertos de game music antes do Video Games Live. Também no início da década de 1990, Koichi Sugiyama, hoje um simpático senhor de 77 anos que rege orquestras sentado em uma cadeira, ainda conduzia concertos de pé e agrupou vários compositores e maestros para a seqüência de apresentações Orchestral Game Concert.

    (Pior de tudo é ter descoberto tudo isso muito tempo depois… =()

  12. Bruno said

    Falando em data east alguém lembra o nome de um jogo de snes que personagem era um homem das cavernas de cabelo azul, e quando ele pulava fazia um barulhinho engraçado?Se eu não me engano també tinha uma fase dentro de um dinossauro.

  13. Fabão said

    @Bruno
    Joe & Mac, também conhecido como Caveman Ninja? ^_^

  14. Bruno said

    @Fabão

    Não é esse não.Era um homem das cavernas que tinha rabo.E quando algum inimigo te acertava você virava um macaco.Mas Joe e Mac também é clássico.

  15. como instalar cd virgem no computador e dificil

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: