Gamer Lifestyle

O blog do Fabão

Archive for the ‘Nova geração’ Category

Íntegras: Sobre Exclusividades [D&T PlayStation 115, 08/2008]

Posted by Fabão em 14 agosto, 2008

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Final Fantasy XIII é mais um que cedeu aos novos tempos
Final Fantasy XIII é mais um que cedeu aos novos tempos

Exclusividade de Ninguém

Cenário agressivo da atual geração fecha o cerco contra os jogos que privilegiam uma única plataforma

A coletiva de imprensa da Microsoft trouxe o maior (talvez o único verdadeiro) megaton da E3 2008: Final Fantasy XIII, agora também no Xbox 360. A notícia foi encarada como um soco no estômago por alguns proprietários de PlayStation 3, e até como uma facada nas costas pelos mais extremistas – que parecem ignorar o fato de que o jogo continua previsto para PS3. Para a Sony, apesar de certamente não ter sido nenhuma surpresa, também não foi um acontecimento agradável: “Acho que decepcionado é realmente um termo apropriado”, confessou um resignado Jack Tretton, presidente da SCEA, durante uma entrevista coletiva no evento.

O anúncio é mais importante pelo que ele simboliza do que pelo fato em si. Desde que a Square rompeu com a Nintendo, em meados dos anos 1990, as seqüências numeradas de Final Fantasy eram exclusividade do PlayStation (à exceção do MMORPG FFXI, que é um caso à parte). O décimo terceiro jogo da série permanecia forte como um dos últimos baluartes de uma era que já morreu, a das exclusividades.

(Leia mais após o “salto”)

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Íntegras: PlayStation Home [D&T PlayStation 114, 07/2008]

Posted by Fabão em 15 julho, 2008

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So lonely...
So lonely…

Esta coluna foi concluída há 20 dias e está na Dicas & Truques para PlayStation de julho, que já está nas bancas. Contudo, o momento me parece muito oportuno. Hoje concluiu-se o ciclo de coletivas de imprensa das três gigantes para a E3 2008 e, penso, foi um marasmo comparando-se aos anos passados. Eu esperava muito mais. Só uma grande surpresa? Francamente…

Bom, de volta ao ponto: enquanto a Sony continua prometendo sua megalomaníaca Home para o PS3, a Microsoft deu o pulo do gato e anunciou a Nova Experiência Xbox, integrando os avatares inspirados pelos Mii da Nintendo com a interação social da Home. Tudo estará disponível no Fall Update. Se tudo der certo, a Home também terá estreado a essa altura, mas o pensamento vertical e o excesso de ambição da Sony permitiram que a concorrente ganhasse terreno. É sobre o que eu falava na coluna…

Pesos e Medidas

Os percalços que a Sony está enfrentando com o seu PlayStation 3 (e o que a história da empresa diz sobre isso)

Já começou errado. No dia 1° de março de 2007, praticamente uma semana antes da coletiva de imprensa da Sony na Game Developers Conference, um site holandês divulgou informações sobre uma rede social do PlayStation 3 que usaria avatares. Naquele dia conturbado, o popularíssimo blog americano Kotaku publicou maiores detalhes, recebeu um ultimato da Sony para não levar a notícia ao ar, ignorou a advertência, entrou para a lista negra da empresa e virou notícia no mundo para, horas depois, voltar às pazes com a Sony. O conteúdo da notícia, então ainda um rumor, quase tinha se perdido no turbilhão do conflito.
De lá para cá, o serviço PlayStation Home passou de “salvador do PlayStation 3” aos olhos mais deslumbrados a “incógnita torturante” no portfolio da Sony. No serviço, cada usuário poderá criar sua contraparte digital com gráficos realísticos (uma abordagem diferente dos minimalistas Mii da Nintendo) e habitar seu próprio espaço virtual, que poderá ser adornado com itens conquistados de diversas maneiras. Será possível também conversar com outros habitantes virtuais e convidá-los para sua casa. Jogos poderão ter funcionalidades específicas dentro da Home, e também haverá arcades e outras atrações, como bilhar e boliche. Haverá espaço para eventos também. É possível, ainda, que incluam um serviço de entrega de pizzas. Ou não…
O lar da Sony tem aspirações de mansão. Não, de palácio de Dubai! Parece uma Babel que almeja o céu e nunca se conclui: era para estrear no final de 2007, foi movido para meados de 2008 e, depois, para final deste ano. E não me surpreenderia se ainda se arrastasse um pouco mais.
Desde aquele agitado dia de março, o pai do PlayStation, Ken Kutaragi, se aposentou e Phil Harrison, o evangelista da Home, deixou seu cargo na Sony para ir, entre todas as opções, para a Atari. Não importa: desde os alicerces, a Home parece uma construção sem mestre-de-obras, um lar sem direção. Em desenvolvimento desde 2005, esperou-se até maio deste ano para que o presidente da SCEE, David Reeves, admitisse a dispersão: “De certa forma, estávamos nos esquecendo dos gamers”.
Tanto tempo se passou que tivemos tempo para questionar: “Para que precisamos da Home mesmo?”. Agora a luta será pela relevância em um mundo que ignorou Second Life, foi dominado pelos Mii e já sinaliza o advento de avatares no Xbox 360. Tão melhor seria se a Sony inaugurasse um quarto & cozinha para depois construir novas dependências.
Enquanto a concorrência (leia-se: Xbox Live) só vem crescendo em cima de seus acertos, a Sony continua a lutar contra suas tenazes raízes. Ainda é, com poucas novidades, a empresa que consagrou o walkman, o disquete e o cd player sem precisar se ocupar com conteúdo. A Sony é, por excelência, uma empresa de hardware. Mais: é uma organização de estrutura predominantemente vertical, em que não há intercomunicação (ou há pouca) que possibilite que os produtos e serviços se integrem, que permita que a bendita XMB seja acessada durante os jogos.
Esforços recentes sinalizam novos tempos na companhia – a ascenção de Howard Stringer à presidência, o primeiro ocidental no cargo, é uma dessas ações. Só espero que as medidas não demorem a surtir efeito, pois já nem me importo mais de ser um “sem-teto digital” no condomínio conhecido como PlayStation 3, e é possível que o povo também fique cansado das promessas politiqueiras de “moradia para todos”.

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Íntegras: Hardware, PlayStation 3, parte 2 [SuperDicas PlayStation 23, 07/2005]

Posted by Fabão em 6 junho, 2008

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Ontem coloquei a parte 1 da matéria de hardware sobre o PlayStation 3, hoje é a vez da derradeira parte 2. Esta foi escrita quatro meses depois daquela, por ocasião da E3 2005, quando a Sony finalmente revelou ao mundo o seu videogame do futuro (ainda com o controle bumerangue). Foi um arrebatamento instantâneo, seguido por uma reserva refletida e, mais tarde, por uma seqüência de promessas não cumpridas. Observe com especial atenção a parte da matéria que falava sobre os jogos, próxima ao final; muitos foram cancelados, alguns exclusivos deixaram de sê-lo e outros nem saíram ainda (estou olhando para você, Killzone 2). Mas, além dos jogos, muitas possibilidades cogitadas também não foram exploradas ainda, como a rede social utilizando a câmera de alta definição.

E você, a que conclusão chega lendo esta reportagem-relato de 2005 e contrapondo-a ao ponto em que a Sony está atualmente com o PlayStation 3? E quais são os prospectos para o futuro do console na sua opinião?

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Íntegras: Hardware, PlayStation 3, parte 1 [SuperDicas PlayStation 19, 03/2005]

Posted by Fabão em 4 junho, 2008

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Admito, sou geek. Tanto quanto aprecio jogar eu gosto do lado técnico por trás dos jogos, sejam as tecnologias no desenvolvimento deles, sejam os recursos dos hardwares que os tornam possíveis. Por conta desse interesse, gostaria muito de ter cursado Engenharia da Computação e Ciência da Computação – talvez ainda as faça algum dia, entre outras faculdades que almejo. De qualquer forma, não ter a formação especializada nunca me impediu de ser curioso, de pesquisar e de escrever a respeito – com certa falta de propriedade, naturalmente. Das matérias de hardware da antiga Gamers até os tempos mais recentes, já abordei alguns consoles e portáteis diferentes, e a primeira dessas matérias que escolhi para publicar aqui na seção Íntegras versa sobre o PlayStation 3. Na realidade, são duas partes escritas mais ou menos próximas uma da outra, tão autônomas entre si quanto complementares. Hoje segue a primeira parte, produzida por ocasião da revelação do chip Cell na ISSCC 2005 (International Solid State Circuits Conference, um evento dedicado a circuitos integrados). O mais interessante é ver as perspectivas da época e onde estamos hoje…

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Qual é a desse Wii?

Posted by Fabão em 10 outubro, 2006

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Outro dia estava conversando com meu amigo Pablo Miyazawa sobre a Nintendo e seus planos para o Wii. Então, ele levantou questões curiosas: O que é mais importante sobre o Wii? O que torna ele realmente diferente? Qual é, de fato, o ingrediente secreto que torna o novo console pauta de discussões em rodinhas de amigos mundo afora?
Acontece o seguinte: a Nintendo tem um jeito todo especial de atrair atenção para seus produtos, em particular o Wii: falar pouco, em momentos muito bem planejados, e depois manter o silêncio absoluto até a próxima pílula de novidades. O problema é que o último pronunciamento oficial – um conjunto de coletivas de imprensa nos EUA, Europa e Japão, nos dias 14 e 15 de setembro último – foi uma verdadeira orgia de informações: data de lançamento, preço, conteúdo da embalagem, jogos de lançamento e seus preços, serviço online, transações via rede… Altruísmo informativo? Da Nintendo? Ninguém esperava…
Nessa avalanche de assuntos, é fácil se absorver nos detalhes, sem se dar conta de porque diabos todo mundo só fala nisso (seja bem, seja mal). O que me faz voltar à questão ali no começo:

O que é mais importante sobre o Wii?

Vamos por eliminatória:
1) Será a marca Nintendo?
Não, ela não fez o Nintendo 64 ou o GameCube venderem mais que a família PlayStation.
2) Os jogos?
Mario, Zelda e Metroid são legais, mas os consoles predecessores também tiveram esses jogos.
3) O preço?
Ok, ele é mais barato que os concorrentes, mas existem MP3 players baratinhos e, no entanto, o dispendioso iPod é líder de vendas.
4) Especificações técnicas?
Não, gráficos e sons de ponta não são exatamente o forte do Wii.

O mais importante, meu amigo, é a filosofia Wii: facilidade de uso, conceitos simples de entender, interação intuitiva, design arrojado e uma comunicação que abstrai a “ameaçadora” imagem dos jogos em favor de uma humanização do ato de jogar. Visite o site oficial e perceba que, mesmo nas páginas dos jogos, a ênfase não está nas telinhas, e sim nas fotos das pessoas jogando, interagindo de uma maneira dinâmica, que transmite uma noção de diversão muito maior que a clássica visão estereotipada do gamer jogado no sofá, vidrado na tela da TV dentro de um quarto escuro.
É essa filosofia arquitetada ao longo de anos que tem chamado a atenção não apenas de jogadores hardcore, como eu e você, mas também das grandes massas – sinal disso é a freqüente aparição do Wii em veículos de massa, não especializados em jogos, sempre coberto de elogios.
Nem vou entrar aqui no âmbito mercadológico da coisa, se Wii vai vender mais ou menos que PlayStation 3 e Xbox 360, se seus jogos serão mais ou menos divertidos, se sua rede online terá mais ou menos usuários que as dos concorrentes, se Reggie Fils-Aime e Satoru Iwata vão entrar para a lista dos bilionários da Forbes… Isso, o tempo dirá. O ensaio aqui foi só mesmo para lembrar do quão importante é trabalhar a imagem corporativa – já que, bem sabemos, bons jogos e grandes parcerias as três gigantes dos videogames têm.
Agora, conseguirá a Nintendo massificar o entretenimento eletrônico doméstico? Isso é assunto para outra blogada…

O novo estilo Nintendo

O novo estilo Nintendo: chega de telinhas com mostradores e números em todos os cantos e milhões de polígonos simultâneos. A ordem agora é valorizar o ato de jogar.

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